Lisboa,

terça-feira, fevereiro 28, 2012

quando olho o céu



Quando fores ver o mar, sente-me em ti.
Quando sentires o sol, sente o meu abraço.
Ao escutares os pássaros são, com certeza, murmurios meus...
Sim, penso em ti!...
No amanhecer, agradeço a noite de sonhos lindos.
Ao entardecer, dou graças pelo dia maravilhoso que passou.
E ao anoitecer, falo às estrelas sobre os meus desejos.
Quando adormeço...sei que o teu mimo nunca chegará ao fim.
Se fraquejo por momentos... são carências, medos e incertezas.
Mas...não me condeno, não me desprezo...perdoo-me, somente!
Conforme me dobro em meus joelhos, também...com grande garra, me levanto e olho o céu.
Quero-te tanto bem, que por vezes duvido...ser capaz de to conseguir dizer...
Mas, nunca deixarão de ser meras palavras!...pois que nas acções, é que realmente mostramos ser, o que somos e sentimos.


sábado, fevereiro 25, 2012

a felicidade


Largar é o único caminho para a felicidade. As perdas não são, pois, nenhum castigo. Na libertação não existe, para a alma, nada de bom ou de mau. Só existe liberdade ou falta de liberdade.
Este é o motivo pelo qual os seres humanos podem ser profundamente infelizes apesar de possuirem tudo o que é possível e terem todo o sucesso possível no mundo material. Talvez possuam tudo o que desejam, mas não são livres. Outros não têm quase nada e por vezes até perdem a última coisa que têm e, ainda assim, parecem ter encontrado a sua paz.
Ser rico e feliz é tão natural como ser rico e infeliz - ou pobre e feliz ou pobre e infeliz. A chave da felicidade não é ser rico ou pobre, mas livre ou não livre. Se o dinheiro retirar alguma coisa de cima de alguém, está a libertar e produz sensações de felicidade. Se o dinheiro provocar mais carga e obrigações, produz infelicidade. A felicidade mede-se sempre em função do grau de liberdade da alma.

A nossa missão: nesta fase, a nossa missão consiste em permitir constantemente mais o soltar, sem, simultaneamente, nos conformarmos. Devemos integrar o nosso conhecimento sobre o decurso da Criação no nosso dia a dia. Não devemos lutar contra as grandes forças da vida, mas devemos treinar-nos a reconhecê-las. Devemos soltar aquilo que quer necessariamente partir e devemos envolver-nos com todo o coração onde há algo de novo que pretenda surgir. Quando o novo não se mostra logo por si só, não devemos desesperar, mas devemos manter a nossa vida em andamento. Devemos criar sempre novas possibilidades para que a nossa vida nos possa trazer algo de novo.

(Ruediger Schache in O segredo de Deus)

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

amores



O amor tem destas coisas: Vários casais chineses participam num concurso de beijos. Ganha quem aguentar mais tempo, com a namorada ao colo.

(Reuters/Stringer-19/12/2012)

Antes notícias como esta do que a repetitiva lamúria da crise, os crimes hediondos que os noticiários relatam ou a violência contínua que alastra por todo o lado...

domingo, fevereiro 19, 2012

para quê e por quê


O ser humano atingiu uma fase determinada da sua evolução, como espécie.
O ser vivo despertou no planeta, procriou-se e desenvolveu-se numa abundância de espécies que se contam aos milhões.
A cadeia alimentar apresenta-se perfeita e equilibrada e, sem interferências externas, manter-se-ia eternamente sustentada.
Um planeta habitado respira vida. E um planeta ou qualquer outro astro onde a vida (tal como a conhecemos) parece inexistir, contém uma actividade múltipla que, observada ao nível da mais pequena partícula, borbulha e explode a todo o instante, revelando um mundo energético gigantesco.
O ser vivo e o ser humano destacam-se na via hierárquica do conhecimento. A partir do momento em que a consciência se expressa a proximidade do divino evidencia-se e apreende-se, tornando mais vasto o campo de possibilidades aliadas aos porquês da existência.
À medida que a complexidade do cérebro humano é estudada e comparada com a dos outros seres vivos, vão-se esboroando dúvidas e inexactidões, e outras mais dúvidas e incógnitas vão surgindo, criando a certeza de que algo muito especial foi criado a uma escala que nenhum computador moderno consegue acompanhar.
O acaso não poderia ser suficiente para tal acontecimento. A coincidência e a combinação dos factores necessários só se compreende e aceita com um conhecimento e um propósito por detrás.
As dúvidas maiores residem nos porquês e nos para quês.
Ainda que os estudos, conceitos e dogmas se dividam, Algo muito específico, muito grandioso, criativo e absoluto estará na origem de todo este espectáculo da Criação.
E o objectivo, ainda que controverso, terá a ver com a própria estrutura do Ser. Um Ser Absoluto "quer" sempre afirmar-Se e reconhecer-Se como tal. Sendo absoluto e único, global, eterno e infinito, um tal Ser teria, naturalmente e também, um desejo: o desejo de ser Ele-Próprio, o desejo de Se reconhecer, o desejo de Se experimentar nas Suas múltiplas facetas.
O desenvolvimento do Seu poder criativo terá feito o resto.
E o resto é a magnificência, a grandiosidade e o sublime daquilo que é a Vida.

terça-feira, fevereiro 14, 2012

dia dos namorados



O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons.
No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho.
Em Portugal também acontecia o mesmo até há poucos anos, mas actualmente é mais comum a data ser celebrada em 14 de Fevereiro.

A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras, acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens enviavam-lhe flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, apaixonou-se pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.
Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

(Wikipédia)

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

the story of us




TAYLOR SWIFT - The Story Of Us

I used to think one day we'd tell the story of us
How we met and the sparks flew instantly
And people would say they're the lucky ones
I used to know my place was the spot next to you
Now I'm searching the room for an empty seat
Cause lately I don't even know what page you're on
Oh, a simple complication, miscommunications lead to fall out
So many things that I wish you knew
So many walls up I can't break through

Now I'm standing alone in a crowded room
And we're not speaking
And I'm dying to know is it killing you like its killing me?
I don't know what to say since the twist of fate when it all broke down
And the story of us looks a lot like a tragedy now
Next chapter

How'd we end up this way
See me nervously pulling at my clothes and trying to look busy
And you're doing your best to avoid me
I'm starting to think one day I'll tell the story of us
How I was losing my mind when I saw you here
But you held your pride like you should've held me
Oh, I'm scared to see the ending, why are we pretending this is nothing
I'd tell you I miss you, but I don't know how
I've never heard silence quite this loud

Now I'm standing alone in a crowded room
And we're not speaking
And I'm dying to know is it killing you like its killing me?
I don't know what to say since the twist of fate when it all broke down
And the story of us looks a lot like a tragedy now

This is looking like a contest of who can act like they care less
But I liked it better when you were on my side
The battles in your hands now
But I would lay my armor down if you said you'd rather love than fight

So many things that you wish I knew
But the story of us might be ending soon

Now I'm standing alone in a crowded room
And we're not speaking
And I'm dying to know is it killing you like its killing me?
I don't know what to say since the twist of fate when it all broke down
The story of us looks a lot like a tragedy now
Now, now
And we're not speaking
And I'm dying to know is it killing you like its killing me?
I don't know what to say since the twist of fate cause we're goin' down
And the story of us looks a lot like a tragedy now
The end

video



quarta-feira, fevereiro 08, 2012

a luz



É engraçado pensarmos e divagarmos sobre o que é este mundo físico. Segundo a Wikipédia, para uma definição científica, mundo físico é tudo aquilo que pode ser comprovado pela ciência experimental, empírica, seja através de procedimentos convencionalmente considerados válidos, seja através de pesquisa teórica e comprovação matemática ou física.
Ficamos perfeitamente entendidos. Cientificamente falando...
O dualismo que este mundo comporta, em que nada existe sem o seu oposto, não será um simples acaso.
A manifestação de todas as coisas com o seu oposto permite que todos os sentidos se apercebam e ajuizem daquilo que pretendem trazer à realidade.
Eu saberei que determinada coisa é baixa e forte porque conheço uma coisa alta e fraca, e posso ajuizar do que pretendo. Todos os nossos sentidos têm a faculdade de apreender o quente e o frio, a luz e a escuridão, o silêncio e o ruído, o mau e o bom cheiro, o amargo e o doce.
Fisicamente, o mundo parece perfeito para as características dum corpo idealizado à sua medida. A máquina perfeita de qualquer ser vivo adapta-se àquilo que o mundo terrestre oferece. O mundo terrestre interage e evolue, numa cadeia perfeita de habitabilidade e sustentabilidade e, entre a imensidade de objectos cósmicos, mantém a sua posição e equilíbrio global.
A megacriação do que é visível e advinhável não terá nada a ver com um acaso ou coincidência atómica capaz de originar tamanha façanha.
Porque, para além do mais, percebe-se e constata-se a existência duma inteligência e uma consciência que tudo comanda. Desde a mais pequenina partícula do átomo até ao maior e inimaginável quark do Ser Criador - tudo se manifesta à "luz" do conhecimento.
A LUZ está permanentemente presente em tudo o que existe. E se o dualismo se manifestasse ainda mais, também naquilo que "não existe" a LUZ deverá estar presente.

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

para quê?


Que terá Deus criado em primeiro lugar?
O livro bíblico do Génesis diz que Deus criou, no princípio, os céus e a terra.
É claro que, nos tempos em que foi escrito este livro, o significado de certas palavras era completamente diferente daquele que é hoje. A Terra era considerada o "centro do universo" e tudo se movia à volta dela.
Mas podemos pensar, à luz dos conhecimentos actuais, que, no princípio, Deus deve ter criado, na sua Luz de Consciência Plena, um mundo espiritual e um mundo físico. Tal como a Bíblia diz: os céus e a terra.
Dois mundos (os que, porventura, estarão à mercê da nossa apreensão) que, separados um do outro, estão em dimensões diferentes e não interferem um no outro. Como diz o pensamento contemporâneo, são dois mundos com campos de energia vibrando a níveis diferentes, o que permite ocuparem o mesmo espaço e o mesmo tempo.
O mundo espiritual tem sido múltiplas vezes analisado, discutido, aceite, compreendido... Já pouca gente, entre os biliões de seres humanos que habitam este planeta, duvida da sua existência, duma forma ou doutra, com este ou aquele senão.
O mundo físico é, infinitamente, mais fácil de explicar e aceitar, já que o corpo material que temos e tudo aquilo que os nossos sentidos apreendem é motivo suficiente para fazer prova de todos os estudos que se possam efectuar.
Mas Deus criou o mundo físico para quê?...
É aqui que o pensamento humano se estende em vários e diferentes porquês.
A igreja organizada pouco ajuda, porque os seus interesses falam mais alto e "vale tudo" para captarem os seus crentes. E depois de captados, importa mantê-los fiéis aos ideais que apregoam, ainda que reconheçam que muita coisa nova é conhecida e já não ofereça dúvidas.
Novos pensamentos estão surgindo mais conscientemente e uma nova espiritualidade está em crescendo por todo o mundo.
Certo é que a Terra informe e sem vida foi evoluindo ao longo de milénios e hoje podemos fazer um estudo sobre o passado desta Terra e podemos, inclusivé, imaginar que outros planetas semelhantes poderão ter as condições necessárias para conter "vida", tal como a conhecemos.
Mas, afinal, Deus, como Criador, criou este mundo físico para quê?
Terá sido para que, Ele mesmo, pudesse aqui, simplesmente, vivenciar-Se e disfrutar e divertir-Se e ter o prazer de Se conhecer, mais e mais???...