os meus 50 +

Actualizei finalmente a lista de filmes da minha preferência.
Falar de cinema é falar de sentimentos, de gostos, de estados de espírito, até.
Quantas vezes, lemos duas críticas de homens preparados para o fazer, e acabamos por deparar com duas formas de ver cinema. Frequentemente, duas formas que obrigam a gostos distintos. Daí que o cinéfilo se interrogue sobre a qualidade dessas apreciações ou sobre quais as devidas formas desse trabalho se efectuar, de modo a que uma obra não seja tão frequentemente atirada para patamares extremos de aceitação.
Os processos narrativos e expressivos no cinema sofreram evoluções, como tudo o que é arte evoluíu ou, visto de um outro ângulo, teve (e continua a ter) transformações que espicaçam a sua beleza natural.
O cinema é uma linguagem universal. Quando se pede a um cinéfilo que nomeie os seus 30 ou 50 melhores filmes de sempre, é certo que mais de 50% dos títulos aparecem na maioria dessas nomeações.
Isto só prova a consistência da sua feitura e a eficácia dos seus valores estruturais. O cinema foi, ao longo dos tempos, exposto ao súbito aparecimento de novas e espantosas invenções. Aquilo que Marcel Martin chamava "a alma das imagens" esteve, muitas vezes, ameaçado em tornar-se medíocre ou menor. Com o aparecimento da televisão, o cinema chegou a "ter os dias contados" e muitas alterações foram efectuadas em todo o mundo para evitar que "a grandeza" implodisse, subitamente, no meio de tanta "loucura". O bom senso e a realidade transformaram os grandes estúdios cinematográficos, e a profusão e a enormidade das salas existentes deram lugar aos estúdios mais acolhedores, primeiro, e às confortáveis salas dos grandes centros, depois. O cinema de autor, o cinema das "estrelas", o cinema-linguagem, o cinema "estético" tornou-se adulto, audaz, abrangente, realista.
Falar de cinema é falar de sentimentos, de gostos, de estados de espírito, até.
Quantas vezes, lemos duas críticas de homens preparados para o fazer, e acabamos por deparar com duas formas de ver cinema. Frequentemente, duas formas que obrigam a gostos distintos. Daí que o cinéfilo se interrogue sobre a qualidade dessas apreciações ou sobre quais as devidas formas desse trabalho se efectuar, de modo a que uma obra não seja tão frequentemente atirada para patamares extremos de aceitação.
Os processos narrativos e expressivos no cinema sofreram evoluções, como tudo o que é arte evoluíu ou, visto de um outro ângulo, teve (e continua a ter) transformações que espicaçam a sua beleza natural.
O cinema é uma linguagem universal. Quando se pede a um cinéfilo que nomeie os seus 30 ou 50 melhores filmes de sempre, é certo que mais de 50% dos títulos aparecem na maioria dessas nomeações.
Isto só prova a consistência da sua feitura e a eficácia dos seus valores estruturais. O cinema foi, ao longo dos tempos, exposto ao súbito aparecimento de novas e espantosas invenções. Aquilo que Marcel Martin chamava "a alma das imagens" esteve, muitas vezes, ameaçado em tornar-se medíocre ou menor. Com o aparecimento da televisão, o cinema chegou a "ter os dias contados" e muitas alterações foram efectuadas em todo o mundo para evitar que "a grandeza" implodisse, subitamente, no meio de tanta "loucura". O bom senso e a realidade transformaram os grandes estúdios cinematográficos, e a profusão e a enormidade das salas existentes deram lugar aos estúdios mais acolhedores, primeiro, e às confortáveis salas dos grandes centros, depois. O cinema de autor, o cinema das "estrelas", o cinema-linguagem, o cinema "estético" tornou-se adulto, audaz, abrangente, realista.
Hoje, por todo o mundo se faz cinema. Nuns países, protegidos por prioridades políticas, faz-se muito e bom cinema. Noutros, com políticos menos atentos, continua a produzir-se pouco e de qualidade discutível.
Contudo, está longe o cinema descoberto, em 1895, pelos irmãos Lumière.
Nesse tempo, Lumière tinha simplesmente a intenção de reproduzir a realidade do dia-a-dia em pequenos filmes "caseiros".
Nesse tempo, não havia os efeitos visuais e os efeitos sonoros que a técnica informática permite agora realizar!...
Nesse tempo, Lumière tinha simplesmente a intenção de reproduzir a realidade do dia-a-dia em pequenos filmes "caseiros".
Nesse tempo, não havia os efeitos visuais e os efeitos sonoros que a técnica informática permite agora realizar!...


7 Comentários:
Pois é. Mas há filmes muito bons agora. Têm é que se saber escolher. Olha amigo se me permites a pergunta: RECEBESTE A MINHA PRENDINHA? Não disseste nada. Ao menos diz que não gostas, tá? Abraço. BOM FIM DE SEMANA e vem tomar 1BICA.
Gosto de cinema...mas não sou boa "crítica cinematográfica"...
Claro que uma selecção é importante...senão...
Venha tomar um chá...se não se der bem com o café. Às vezes op café "atira a vesícula"...
Desculpa lá Aluena, ....jinho para ti também.
Jinho imenso aqui da BShell
Muito boa selecção! Acho que só lhe acrescentava "Era uma vez na America" e um ou outro dos Monty Phyton. "India Song" não conheço...
Acho que é uma boa selecção, apesar de não ter visto alguns dos filmes indicados. No entanto, existem filmes actuais que ainda conseguem sobreviver, de certa maneira, à "onda comercial", sendo igualmente muito bons...
sunnyday
What a great site Sports injuries in children Professional training dor management How to remove rust off coffee makers burner Vienna phone numbers Women swollowing cum
Where did you find it? Interesting read »
Wonderful and informative web site. I used information from that site its great. » »
Enviar um comentário
<< Home