Lisboa,

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

as letras que estou a ler


Amo tanto o teu sentir
amo as portas da ternura
amo as chaves que te guardam
em mil jardins de verdura

Amo o teu estar
a solidão do teu ser
amo as fontes que gotejam
as letras que estou a ler

Amo a fronha e o lençol
que partilham o teu rosto
amo a sombra do teu quarto
logo depois do sol posto

Já não sei mais que amar
já não sei o que dizer
se dizem que há outro mundo
vou lá contigo nascer.

(Amaral Nascimento)

5 Comentários:

At fevereiro 23, 2009 8:31 da tarde, Anonymous Conceição Duarte diz...

Não deixou lugar para comentário no poema acima e como sou metida e me apaixonei por ele, falo dele aqui para vc Amaral, meu amigo!

Que lindo o que escreveu...
Adorei a frase "Amo as chaveas que te guardam...."


Bjus CON

 
At fevereiro 23, 2009 8:56 da tarde, Blogger Maria diz...

Que belo poema de amor...

Um beijo

 
At fevereiro 23, 2009 11:45 da tarde, Blogger Aníbal Raposo diz...

Gostei do seu poema de amor.

Abraço

 
At fevereiro 24, 2009 1:08 da manhã, Blogger Ana diz...

Amar o sentir de alguém é amar o seu verdadeiro eu.
Um poema lindo como tu, Amaral :-)
Um beijo.

 
At fevereiro 24, 2009 7:04 da manhã, Anonymous Ana Paula diz...

Amei, Amaral.
Lindo, intenso, verdadeiro...
Tal como um grande amor tem que ser, e nos fazer sentir.
Feliz de quem recebe essa tua dádiva!
Mil beijos no teu coração.

 

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