quando o céu escurece
Por vezes, as coisas agitam-se em meu redor.
A aura revolve-se e mistura cores, deixando à volta um misto de incompreensão alheia.
A neblina abriga a mágoa e a dúvida... e o quadro morre um pouco ante aquilo que é...
Se o céu escurece sussurramos nele. Se o Sol se distrai, a necessidade de pular e avançar tolda-se num falso desejo de desistir...
O Outono trouxe uma chuva inesperada para este lugarzinho distante...
Que saudades do tempo fresco!
Que saudades da chuvinha a escorrer pelas janelas, do seu murmurar, da sua companhia sossegada!...
A aura revolve-se e mistura cores, deixando à volta um misto de incompreensão alheia.
A neblina abriga a mágoa e a dúvida... e o quadro morre um pouco ante aquilo que é...
Se o céu escurece sussurramos nele. Se o Sol se distrai, a necessidade de pular e avançar tolda-se num falso desejo de desistir...
O Outono trouxe uma chuva inesperada para este lugarzinho distante...
Que saudades do tempo fresco!
Que saudades da chuvinha a escorrer pelas janelas, do seu murmurar, da sua companhia sossegada!...
6 Comentários:
É isso! Incompreensão alheia...beijos, Amaral.
Saudades do cheiro do Outono, da terra molhada, do aroma selvagem das árvores, até da chuva que cai...
Beijinhos meu amigo
Olá Amaral...
Saudades, chuva, cheiro e incompreensão...que mistura dolorosa.
Sabes, como escreveste...acredita no que amas e te faz ser fiel, ao que és, ao que sentes e...ao que transmites!
És especial, deveras especial meu querido...Não avalies um dia, como um todo!
"Amanhã", tudo será melhor, garantido!
Mil beijos de carinho, fica bem.
HOJE faço uma homenagem à minha sobrinha Tânia do Bookcrossing, falecida em Março passado:
Minha querida, um “grande amigo” recente, também da blogosfera, mas já real, em Abril passado, já depois da tua partida para sempre da minha vida, fez o percurso “Caminhos de Santiago” ( conheceu-te através de mim, do meu sofrimento, da partilha de emoções) e, juntamente com os seus companheiros de caminhada rezaram por ti e fizeram uma oferta pela tua alma, deixando no local um símbolo e umas florzinhas do campo.
LINDO, não é?
Aqui estão duas imagens desse “momento”.
Faço-te homenagem nos meus dois blogues, neste "teu dia".
Tem um bom Outono, inspirador...
:)
Os momentos sombrios são tempos de solidão, de introspecção, de profunda intimidade com a nossa essência.No mundo dual em que vivemos, precisamos aprender a abraçar todos os opostos, pois sem uns, os outros não poderiam existir.Não são momentos fáceis, a tentação em pular como tu bem dizes, é automática e faz parte do nosso instinto de sobrevivência.Mas depois existe em nós uma presença, que sabe que está cá para vivenciar tudo, que traz toda a coragem e sabedoria necessárias para abraçar as tempestades que se apresentam.Uma consciência silenciosa, que te diz tudo se souberes ouvir.E tu sabes...Ou não fosses tu a escrever " um falso desejo de desistir".És um bravo guerreiro que eu muito admiro Amaral!...
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