Lisboa,

domingo, dezembro 13, 2009

aquela paz


Quando as trevas
gritaram de dor
naquela noite
cheia de luz
o riacho gemeu
deixando nos ares
a esperança e o sonho
das margens
quentes e doces
que tudo seduz

Foi nessas margens
que te acolhi

Foi com o seu cantar
que os meus silêncios
suplicaram
aquela luz branca
que eu sabia
me iria cegar para este mundo

Só então
poderia respirar a paz
aquela
que havia procurado
em tantos dias
e tantas noites



(Amaral Nascimento)

3 Comentários:

At dezembro 13, 2009 4:10 da tarde, Blogger Paula Raposo diz...

Uma foto lindíssima, para umas não menos belas, palavras...beijos.

 
At dezembro 13, 2009 4:30 da tarde, Blogger Sonhadora diz...

Lindo poema...cheio de paz...adorei
Bjs
Sonhadora

 
At dezembro 13, 2009 5:21 da tarde, Blogger Ana Paula diz...

Olá Amaral.
A paz estará com certeza bem perto, basta senti-la e deixa-la, inundar-te.
Lindo poema meu querido.
Beijos.

 

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