Lisboa,

terça-feira, dezembro 31, 2013

riso sem rosto



Na cidade das noites brancas
calou-se um riso sem rosto
viveu a sorte madrasta
ganhou a jorna já gasta
desde a manhã ao sol posto

Fez da vida um rude canto
ninguém o viu ao nascer
chorou sempre à alegria
riu quanto choro podia
pra nunca recear morrer

Grande amor da minha vida
vida que aqui vivi
é isto que o meu bornal
com todo o bem e o mal
levo de mim para Ti...


(Amaral Nascimento)

 

1 Comentários:

At março 20, 2014 11:38 da manhã, Blogger Carla Sofia Santos Correia diz...

Olá! Como deixei de conseguir aceder ao meu blog (http://www.poesiashojesempre.blogspot.pt/), tive que criar outro. Agora estou em: http://poesiasdehojesempre.blogspot.pt/

Obrigada,

Carla

 

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